11.08.2007

Ditos populares nacionalmente conhecidos, "quiçá" mundialmente!

Pelo em ovo, chifre em cabeça de cavalo, procurar sarna pra se coçar. Várias expressões que dizem a mesma coisa, conhecida desde os primórdios da humanidade (e imitando Huck, o Luciano) quiçá de antes da humanidade existir. Imagino um dinossauro daqueles de carinha simpática enfiando o "focinho" num buraco estranho. E saindo de lá com um quente e dois fervendo. Quem nunca quis saber aquilo que não quer realmente? E só descobre que não quer depois que vê. Grandes desafios da humanidade, levar a vida sem querer saber mais do que sabe, ou do que precisa saber. Muitas invenções geniais provavelmente aconteceram assim, mas quando se trata de coisas banais não é melhor deixar do jeito que está e esperar pra ver como fica?

Mas o ser humano, principalmente os do sexo feminino, gostam de "cavar" até achar alguma coisa. Pode ser uma porcaria, mas a pessoa quer achar. E acha. E fica com cara de cu, com o perdão da palavrinha-palavrão. Tanta coisa melhor pra fazer, vá ler um livro, vá lavar uma louça, vá caçar um sapo. Mas não vá enfiar a cara de cu no buraco alheio. E sair de lá com a cara de cu ao quadrado, quiçá ao cubo (gostei dessa imitação...).

Depois que o estrago já foi feito e o cu já está estampado na cara, nada mais a fazer do que relaxar e gozar (novamente imitando outra pessoa e já pedindo desculpas pelo trocadilho). Afinal, se quem quis enfiar o naso foi você, sem permissão e sem necessidade, azar o teu zebedeu. Engole o choro e vá tratar da vida. Afinal, jacaré que dorme na praia a onda leva...

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