Como já perguntou Cazuza há um bom tempo atrás: "Por que que a gente é assim?". Por que adora procurar chifre em cabeça de cavalo? E o pior, acabar encontrando. Pra tentar amenizar um pouco a tal "crise dos 27" pela qual estou passando, estou com uns projetos novos, umas coisas diferentes, legais pra fazer e ver se é por aí que eu devo seguir.
E no meio dessas novidades esbarro em atitudes infantis que ainda tenho e não me conformo que ainda tenha. Como ninguém lê isso aqui eu até poderia especificar mas acho melhor não, já que nada é pra sempre e vai que um dia, alguém que não deve leia. Mais confusão pra cabeça é tudo que não preciso. O que preciso é de uma injeção de maturidade que não consigo encontrar nas farmácias por aí. Ou então, encontrar realmente o lugar onde minha mente encontre a paz e não se afete por coisas tão pequenas. Será que é longe? Desconfio que é muito, muito perto. Bem aqui dentro. E é por isso que é difícil encontrar, porque quando a gente está muito perto não consegue enxergar uma série de detalhes que quando estamos longe vemos nitidamente.
4.28.2005
4.25.2005
Trabalho enobrece o homem?
A semana passada foi atípica. Trabalhei como há um bom tempo não trabalhava. Se eu gostei? Detestei. Muito stress pra pouco dinheiro. Lidar com as pessoas é coisa que não consegui aprender nessa vida. E acho que nem quero. É muito melhor e mais reconfortante lidar com cachorros e animaizinhos afins. Se estou sendo cruel? talvez. Mas quando se trata de trabalho e de algumas outras coisas já percebi que não gosto de mandar nem obedecer.
Pra mandar já percebi que levo muito pouco jeito. Pra obedecer então, nem se fale. Detesto gente controlando meu modo de trabalhar, meus horários, o que devo fazer a que hora. E isso acaba me irritando demais. Essa minha fase tentando ser zen caiu por terra semana passada. Xinguei, chorei, reclamei. Mas a semana acabou, enfim, e só tenho mais um dia de sofrimento que é amanhã. Depois estou livre desse trabalho.
Me disseram que não gosto de trabalhar porque não gosto do que faço. Mas por obrigação não gosto de fazer nada. Aí começo a entrar em crise: pra que serve minha vida? Pra onde está indo minha vida? O que vou conseguir construir dessa maneira? Será que a maioria está realmente certa e a gente tem que se adaptar ao que essa sociedade, nem um pouco justa, nos obriga a fazer? Amar o trabalho e valoirizar um monte de coisa que talvez não valha tanto a pena assim? Não sei, não sei. Mas também não tenho coragem de botar uma mochila nas costas e sair por aí. Qual será o fim dessa história?
Pra mandar já percebi que levo muito pouco jeito. Pra obedecer então, nem se fale. Detesto gente controlando meu modo de trabalhar, meus horários, o que devo fazer a que hora. E isso acaba me irritando demais. Essa minha fase tentando ser zen caiu por terra semana passada. Xinguei, chorei, reclamei. Mas a semana acabou, enfim, e só tenho mais um dia de sofrimento que é amanhã. Depois estou livre desse trabalho.
Me disseram que não gosto de trabalhar porque não gosto do que faço. Mas por obrigação não gosto de fazer nada. Aí começo a entrar em crise: pra que serve minha vida? Pra onde está indo minha vida? O que vou conseguir construir dessa maneira? Será que a maioria está realmente certa e a gente tem que se adaptar ao que essa sociedade, nem um pouco justa, nos obriga a fazer? Amar o trabalho e valoirizar um monte de coisa que talvez não valha tanto a pena assim? Não sei, não sei. Mas também não tenho coragem de botar uma mochila nas costas e sair por aí. Qual será o fim dessa história?
4.05.2005
Mens sana in corpore sano?
Tranquilizando a mente pela movimentação do corpo. Ultimamente tenho lido muito a respeito dessas coisas. Tanto que já estou quase conseguindo mudar minha postura sedentária para conseguir trabalhar um pouco mais outro lado também bem esquecido ultimamente no meu dia-a-dia: espiritualidade e energia.
Fico brincando com os amigos que estou numa fase pré-zen. Tentando ser zen, tentando ser calma, tranquila e centrada. Eles já perceberam que eu falo muito e faço pouco. Eu também. Muita coisa me preocupa: desde a hora em que farei tal coisa até aqueles probleminhas que todos temos, dinheiro, coração e etc.
Estou tentando buscar soluções porque percebi que vivo fechada numa bolha, a minha bolha, eu construí e pra sair dela é uma dificuldade. Às vezes acho que estou quase achando uma frestinha, mas de repente dou um escorregão e a perco de vista. Resultado: frustração, arrependimento. Sentimentos que já me convenci que não devo sentir. Mas que acabam me vencendo porque ainda estou fraca pra lutar contra eles. Mas o prolema é que só eu sou capaz de me fortalecer e isso pesa tanto, mas tanto, que acaba sendo mais difícil ainda superar a gente mesmo do que os problemas que temos ou que, muitas vezes, criamos.
Pensar dá muito trabalho, acaba com a gente, nos deixa cansados fisicamente até. Mas antes pensar do que ser levado por esse vendaval de tonterias que vemos por aí a cada minuto. Estou aprendendo que pensar sentado é muito menos eficiente do que pensar em movimento e se conseguirmos limitar o tempo de ócio conseguiremos encontrar respostas mais claras para nossas questões. Vamos tentar, ainda não custa.
Fico brincando com os amigos que estou numa fase pré-zen. Tentando ser zen, tentando ser calma, tranquila e centrada. Eles já perceberam que eu falo muito e faço pouco. Eu também. Muita coisa me preocupa: desde a hora em que farei tal coisa até aqueles probleminhas que todos temos, dinheiro, coração e etc.
Estou tentando buscar soluções porque percebi que vivo fechada numa bolha, a minha bolha, eu construí e pra sair dela é uma dificuldade. Às vezes acho que estou quase achando uma frestinha, mas de repente dou um escorregão e a perco de vista. Resultado: frustração, arrependimento. Sentimentos que já me convenci que não devo sentir. Mas que acabam me vencendo porque ainda estou fraca pra lutar contra eles. Mas o prolema é que só eu sou capaz de me fortalecer e isso pesa tanto, mas tanto, que acaba sendo mais difícil ainda superar a gente mesmo do que os problemas que temos ou que, muitas vezes, criamos.
Pensar dá muito trabalho, acaba com a gente, nos deixa cansados fisicamente até. Mas antes pensar do que ser levado por esse vendaval de tonterias que vemos por aí a cada minuto. Estou aprendendo que pensar sentado é muito menos eficiente do que pensar em movimento e se conseguirmos limitar o tempo de ócio conseguiremos encontrar respostas mais claras para nossas questões. Vamos tentar, ainda não custa.
4.04.2005
Voltando ao começo ou partindo do final?
A velha frase diz que o bom filho a casa torna. Não sei se sou tão boa filha assim e nem se teria uma casa pra voltar. O fato é que eu senti vontade de voltar ao blog. Não sei quanto tempo vai durar, nem se vai durar. Mas vontades vem e vão, principalmente na minha vida, onde a única coisa certa é que estou aqui hoje. Amanhã ninguém sabe...
Assinar:
Comentários (Atom)